Em Junho parto para novos rumos deixando a India com um profundo sentimento de gratidão.
Aqui aprendi sobre o amor e o tempo. Dois importantes fatores na equação da felicidade. Do amor, aprendi que para ser feliz é preciso tê-lo no coração sem esperar qualquer retorno do mundo ou das pessoas. Sobre o tempo, aprendi que ele não cura, e não espera.
Viajar sozinha durante 7 meses, me trouxe um profundo entendimento sobre a minha própria natureza. Vi aflorar meus medos, inseguranças e dramas pessoais. A India me deu força e me permitiu olhar de frente para alguns supostos "monstros do passado", que hoje nada são além de parte da mesma história que me trouxe até aqui, onde boas e más lembranças se misturam e se completam.
A vida testou minha integridade, e me deu muitos presentes na forma de livros, professores, orientação espiritual, grandes amores, amigos verdadeiros, recursos provindos do meu próprio trabalho e filhos maravilhosos. A India me deu uma família espiritual amorosa, para que eu pudesse me sentir acolhida, e como uma boa mãe, me deu também os meios para eu superar todos os desafios.
Para fechar esse período, fui convidada para o casamento da minha querida professora Krshna Prrya em Kerala. E ontem, fui convidada pelo meu irmão indiano e professor Vikas, a visitar seu templo preferido em Karnataka, um templo de Shiva, claro!
E como no final voltamos ao ponto onde tudo começou. Aqui estou eu, olhando para meus apegos, medos e anseios novamente. Felizmente como numa espiral ascendente, onde passamos pelo mesmo ponto mas com uma visão mais abrangente, não vejo a partida como uma perda.
Uma vez eu ouvi uma explicação muito interessante sobre perdas... A diferença entre o "sacrifício" e o "sacro ofício", é que no primeiro a perda lhe é imposta através dos seus próprios apegos, e isso gera dor e sofrimento. No segundo, você é capaz de escolher colocar foco no que é real e sagrado, e consequentemente pode até haver alguma dor, mas não há sofrimento.
Muito longe de alcançar o total desprendimento, mas já muito atenta e conectada com minha natureza, observo meu coração se encher de contentamento só de pensar o quão previlegiada fui de poder vivenciar tudo isso... E o quão preparada estou para esvaziar a xícara e novamente seguir...
Mãos à obra!
Aqui aprendi sobre o amor e o tempo. Dois importantes fatores na equação da felicidade. Do amor, aprendi que para ser feliz é preciso tê-lo no coração sem esperar qualquer retorno do mundo ou das pessoas. Sobre o tempo, aprendi que ele não cura, e não espera.
Viajar sozinha durante 7 meses, me trouxe um profundo entendimento sobre a minha própria natureza. Vi aflorar meus medos, inseguranças e dramas pessoais. A India me deu força e me permitiu olhar de frente para alguns supostos "monstros do passado", que hoje nada são além de parte da mesma história que me trouxe até aqui, onde boas e más lembranças se misturam e se completam.
A vida testou minha integridade, e me deu muitos presentes na forma de livros, professores, orientação espiritual, grandes amores, amigos verdadeiros, recursos provindos do meu próprio trabalho e filhos maravilhosos. A India me deu uma família espiritual amorosa, para que eu pudesse me sentir acolhida, e como uma boa mãe, me deu também os meios para eu superar todos os desafios.
Para fechar esse período, fui convidada para o casamento da minha querida professora Krshna Prrya em Kerala. E ontem, fui convidada pelo meu irmão indiano e professor Vikas, a visitar seu templo preferido em Karnataka, um templo de Shiva, claro!
E como no final voltamos ao ponto onde tudo começou. Aqui estou eu, olhando para meus apegos, medos e anseios novamente. Felizmente como numa espiral ascendente, onde passamos pelo mesmo ponto mas com uma visão mais abrangente, não vejo a partida como uma perda.
Uma vez eu ouvi uma explicação muito interessante sobre perdas... A diferença entre o "sacrifício" e o "sacro ofício", é que no primeiro a perda lhe é imposta através dos seus próprios apegos, e isso gera dor e sofrimento. No segundo, você é capaz de escolher colocar foco no que é real e sagrado, e consequentemente pode até haver alguma dor, mas não há sofrimento.
Muito longe de alcançar o total desprendimento, mas já muito atenta e conectada com minha natureza, observo meu coração se encher de contentamento só de pensar o quão previlegiada fui de poder vivenciar tudo isso... E o quão preparada estou para esvaziar a xícara e novamente seguir...
Mãos à obra!
Hora de mais uma vez agradecer a oportunidade de compartillhar momentos tao peculiares, inusitados e desafiadores tao intimos
ResponderExcluirconosco.
Dicas ninca dantes navegadas sobre ayurveda, acompanhada de
receitas e excelentes dicas sobre como refletir sobre o alimento
apos a sua ingestao.
Aproveite esta ultima semana de degustacao da INDIA e preparo
para o retorno ao mundo ocidental, ainda com um sabor da
cultura do subcontinente nos sentidos e no espirito.
Boa viagem!
Beijos!
Um forte abraco!
Reg